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Coluna do Leitor

Alguns vencedores

Todos os grandes homens foram grandes por não se colocarem como vítimas, desiludidos e desanimados.

Beethoven segurava o violino desajeitadamente e preferia tocar suas próprias composições ao invés de aperfeiçoar sua técnica.

Seu professor julgava-o um compositor sem futuro.

Os pais do famoso cantor de ópera Enrico Caruso queriam que ele fosse engenheiro. Seu professor lhe disse que ele não tinha voz e não poderia cantar.

Charles Darwin, pai da Teoria da Evolução, abandonou a carreira médica e ouviu de seu pai: "Você não se importa com nada além de cães, caçar ratos e atirar".

Em sua autobiografia, Darwin escreveu: "Fui considerado, por todos os meus mestres e por meu pai, um garoto muito comum, bem abaixo do padrão intelectual normal".

Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de idéias.

Ele também faliu várias vezes antes de construir a Disneylândia.

Os professores de Thomas Edison disseram que ele era burro demais para aprender alguma coisa.

Albert Einstein não falou antes dos quatro anos e não leu antes dos sete.

Seu professor o descreveu como "mentalmente lento, insociável e eternamente mergulhado em seus sonhos imbecis".

Foi expulso e sua admissão na Escola Politécnica de Zurich foi recusada.

Louis Pasteur foi apenas um aluno medíocre nos estudos de primeiro grau; ficou em 15º lugar entre 22 alunos de química.

O pai do escultor Rodin disse: "Tenho um filho idiota".

Descrito como o pior aluno da escola, Rodin foi reprovado três vezes no exame de admissão da escola de artes.

Seu tio chamava-o de "ineducável".

Após o primeiro teste cinematográfico de Fred Astaire, o grande bailarino, o memorando do diretor de teste da MGM, dizia: "Não sabe representar! Ligeiramente calvo! Dança um pouco!"

Astaire conservou esse memorando pendurado sobre a lareira em sua casa de Beverly Hills.

Henry Ford fracassou e faliu cinco vezes antes de ser finalmente bem-sucedido.

Winston Churchill repetiu a 6ª série. Só foi primeiro-ministro da Inglaterra aos 62 anos e, mesmo assim, depois de uma eternidade de derrotas e retrocessos.

 

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Entrevista

Márcia Heloísa

Educadora e Filósofa

 

Tema: Filosofia com Crianças!

 1. Márcia, como nasceu esta experiência?

A filosofia com crianças nasce de estudos filosóficos e experiências educativas empreendidos pelo filósofo e educador norte-americano Matthew Lipman.

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Expediente

Paradigmas
Filosofia, Realidade & Arte

Ano IX - Nº 35
ISSN 1980-4342

Março/Abril 2009

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Assassinato x Sacrifício[1]

De Kieslowski a Kierkegaard. 

 “A fé é a mais alta paixão de todo homem”

Neste artigo, buscarei fazer uma relação entre o filme Não Matarás, do cineasta polonês Krzysztof Kieslowski e a obra Temor e Tremor, do filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard, juntamente com outros argumentos e pensamentos para tentar responder a uma pergunta ética:

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Expediente

 

Revista Paradigmas

ISSN 1980-43442

novembro/2008

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Teste seus

Conhecimentos

Encontre no texto A EAD e a volta da Filosofia para o Ensino Médio a crítica a respeito das novas tecnologias e a forma com que estão sendo usadas e assinale a alternativa correta:

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Nicolai Hartmann. A metafísica do conhecimento

Luiz Meirelles

Mestre em Filosofia PUCSP

Bel. em Direito Unisantos

Lic em Filosofia Unisantos

Lic em Letras Unisantos

Nicolai Hartmann nasceu em Riga, na Letônia, em 1882, e morreu em Gottingen, na Alemanha, em 1950.

Seus estudos começaram em Marburgo, onde chegou ao doutoramento e a partir de 1922 foi contratado como docente da universidade de mesmo nome. Em 1925, deixou aquela universidade, sucedido por Heidegger, e foi lecionar em Colonia, onde ficou até 1931, quando se mudou para Berlim, também convidado a lecionar na universidade. Somente em 1945 retirou-se de Berlim para Gottingen, onde permaneceu até sua morte, em 1950.

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A arte como fator de existência 

Uma análise da obra do artista plástico Neusso Ribeiro

Regina Drumond Moraes

Curso de Filosofia da UFES

Este artigo tem como objetivo explicar e analisar a obra do artista plástico autodidata Neusso Ribeiro.

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A Interpretação de Hannah Arendt da proairesis aristotélica

 Adriano Martins Soler

Mestrando em Filosofia - PUCSP

Introdução

O presente artigo trata de uma releitura do texto exposto na primeira parte do Capítulo 2 – A descoberta do homem interior – do Volume 2 – O Querer (A vontade) – da obra A Vida do Espírito de Hannah Arendt. Depois do Pensar, é o Querer que é solicitado, para confiar o segredo antropológico da aberração que, certo destino histórico da modernidade, demonstrou através de uma nova crítica do juízo. Desta vez, Arendt vai em busca de uma genealogia das teorias da vontade - da proairesis antiga até Nietzsche e Heidegger, passando pelo pensamento medieval.

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Ciência e pós-modernidade

AS DIFICULDADES DO SABER CIENTÍFICO NAS SOCIEDADES PÓS-MODERNAS: CONCEPÇÕES E CRÍTICAS A JEAN-FRANÇOIS LYOTARD

Artur Mazzucco Fabro

Graduando em Ciências Sociais na UFSC

Jean-François Lyotard nasceu em 1924 e é considerado um dos mais brilhantes filósofos da sua geração. O francês fazia parte do grupo “Socialismo e Barbárie”, junto com Cornelius Castoriadis, e foi um ativista da guerra de independência da Argélia (1954-1962).

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O realismo exemplarista:Uma breve análise da questão 46 do livro sobre oitenta e três questões diversas de Sto. Agostinho

Adriano Soler
Mestrando em Filosofia - PUCSP


O aristotelismo tenta definir a essência de uma coisa e assim, demonstrar quais características que determinada coisa deve ter de acordo com a sua natureza. Assim, surgem os aristotélicos com uma questão por demais complexa, que seria: O que é uma natureza, se ela é uma realidade superior e acima das coisas cuja natureza ela é? Ou ainda, se ela é uma construção mental que existe apenas em nosso entendimento das coisas e se assim for, em qual base ela é construída? Desta forma, se inicia o problema dos universais na filosofia medieval.

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