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Teste seus conhecimentos

01. René Descartes chegou à certeza fundamental “penso, logo existo” utilizando o método da:

a) dúvida metódica b) dúvida cética c) dúvida dedutiva d) dúvida indutiva.

 

02. “Os homens que não conhecem a verdade das coisas procuram apegar-se ao certo para que, não podendo satisfazer o intelecto com a ciência, pelo menos a vontade repouse na consciência”. Dessa frase, de Giambattista Vico, pode-se concluir que: 

a) ninguém conhece a verdade;  b) todos os homens são conscientes da verdade; c) há distinções entre certeza e verdade; d) Certeza e verdade têm a mesma natureza.

 

03. “A substância não é a forma do homem; de fato, a essência da substância implica a existência; ora, se a substância fosse a forma do homem, este deveria existir necessariamente. Mas isto é absurdo”. Com esse raciocínio, Baruch Spinosa demonstra que:

a) A existência do homem é necessária; b) O homem é substância formal; c) o homem é substancial essencial; d) o homem não é substância.

 

04. “Uma teoria que não pode ser confutada por nenhum evento concebível não é científica. A inconfutabilidade de uma teoria não é uma virtude, mas um defeito”. Essa frase traduz claramente o critério da falseabilidade como demarcação de conhecimento científico, o qual provocou grandes polêmicas na ciência. Se autor é:

a) Gaston Bachelard; b) Thomas Khun; c) Bertrand Russel; d) Karl Popper.                     Respostas: Tel. 3252-3319 – CEFS.

 

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Espaço-Poesia

Ouro de Tolo

Raul Seixas

Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros
Por mês...

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Nietzsche:  transmutação do espírito, lidar com a história  

 

Tiago Pinto dos Santos

Estudante do 6º semestre de Filosofia - UNISANTOS

 

Nietzsche destaca-se na história do pensamento por ser um homem que grita sozinho e destoa no meio de uma multidão que canta em uníssono. Sua voz é estrondosa e provoca rupturas nas paredes que a cercam – as paredes da tradição. É o melhor dos mundos possíveis este no qual habitamos? É o movimento da história bom e perfeito como um deus, diante do qual nós deveríamos

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Nicolai Hartmann. A metafísica do conhecimento

Luiz Meirelles

Mestre em Filosofia PUCSP

Bel. em Direito Unisantos

Lic em Filosofia Unisantos

Lic em Letras Unisantos

Nicolai Hartmann nasceu em Riga, na Letônia, em 1882, e morreu em Gottingen, na Alemanha, em 1950.

Seus estudos começaram em Marburgo, onde chegou ao doutoramento e a partir de 1922 foi contratado como docente da universidade de mesmo nome. Em 1925, deixou aquela universidade, sucedido por Heidegger, e foi lecionar em Colonia, onde ficou até 1931, quando se mudou para Berlim, também convidado a lecionar na universidade. Somente em 1945 retirou-se de Berlim para Gottingen, onde permaneceu até sua morte, em 1950.

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Entrevista

José Sobreira de Barros Júnior

 

Colaboração: Luiz Meirelles

 

1.       Como você vê o papel da filosofia na sociedade do século XXI?

 A filosofia tem um papel essencial, principalmente quando os pensadores vão refletir sobre as relações do homem e a sociedade, como é possível o Eu individual quebrar e apresentar novos paradigmas, novas estruturas sociais, penso a filosofia tendo  um papel fundamental

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As raízes histórico-filosóficas da alegoria 

 

Julio Cesar Moreira

Mestrando em Filosofia pela PUC-SP

Este artigo é a primeira parte de um estudo tem por objetivo realizar um levantamento no estudo do tema da interpretação alegórica nas doutrinas da escola Neoplatônica. Ao estudarmos o Neoplatonismo é claramente apreensível o quão fundamental e intrínseco ao pensamento Neoplatônico é o componente da exegese alegórica, porém este tema não se tem a devida atenção no meio acadêmico.

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