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Revolta como afirmação da liberdade em Albert Camus

 Caio Oliveira Souto

Discente | Curso filosofia

Centro Universitário Claretiano (CEUCLAR)

Instituto de Filosofia Nossa Senhora das Vitórias (IFNSV)

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Introdução

O pensador Albert Camus, em sua obra principal,O mito de Sísifo, reflete sobre o suicídio, a partir de dois conceitos vitais para o seu pensamento, a saber: o absurdo e a revolta. O primeiro, surge como um anseio humano pela busca de sentido em um universo que não corresponde mais a tais expectativas.O segundo conceito é vital para enfrentamento e busca de superação de toda a angústia gerada pela constatação do absurdo.

 Para Camus, o absurdo é potencializado quando o sujeito, ao confrontar a ausência de sentido na vida se torna incapaz de encontrar uma resposta nos valores transcendentais e utópicos: ele entra em desespero e considera o suicídio. É nesse contexto que a questão do suicídio se torna, para o pensador, o maior problema filosófico. Fazer uma afirmação filosófica como ele faz não significa que o autor argelino considera o suicídio como uma solução válida. O suicídio não elimina ou dá sentido ao absurdo que deve ser encarado e enfrentado.

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