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Espaço-Poesia

Quinhentos Anos de Quê?


Eram três as caravelas
que chegaram além d`além
mar.

e a terra chamou-se América
por ventura? por azar?
Não sabia o que fazia, não,
D. Cristóvão, capitão.
Trazia, em vão, Cristo em seu
nome
e, em nome d`Ele, o canhão.
Pois vindo a mando do Senhor
e de outros reis que, juntos,
reinam mais...
bombas, velas não são asas
brancas da pomba da paz.
Eram só três caravelas...
e valeram mais que um mar
Quanto aos índios que
mataram...
ah! ninguém pôde contar.
Quando esses homem fizeram
o mundo novo e bem maior
por onde andavam nossos
deuses
com seus Andes, seu condor ?
Que tal a civilização
cristã e ocidental...
Deploro essa herança na
língua
que me deram eles, afinal.
Diz, América que és nossa.
só porque hoje assim se crê
Há motivos para festa?
Quinhentos anos de quê?


Belchior

 

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Entrevista

José Sobreira de Barros Júnior

 

Colaboração: Luiz Meirelles

 

1.       Como você vê o papel da filosofia na sociedade do século XXI?

 A filosofia tem um papel essencial, principalmente quando os pensadores vão refletir sobre as relações do homem e a sociedade, como é possível o Eu individual quebrar e apresentar novos paradigmas, novas estruturas sociais, penso a filosofia tendo  um papel fundamental

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Nicolai Hartmann. A metafísica do conhecimento

Luiz Meirelles

Mestre em Filosofia PUCSP

Bel. em Direito Unisantos

Lic em Filosofia Unisantos

Lic em Letras Unisantos

Nicolai Hartmann nasceu em Riga, na Letônia, em 1882, e morreu em Gottingen, na Alemanha, em 1950.

Seus estudos começaram em Marburgo, onde chegou ao doutoramento e a partir de 1922 foi contratado como docente da universidade de mesmo nome. Em 1925, deixou aquela universidade, sucedido por Heidegger, e foi lecionar em Colonia, onde ficou até 1931, quando se mudou para Berlim, também convidado a lecionar na universidade. Somente em 1945 retirou-se de Berlim para Gottingen, onde permaneceu até sua morte, em 1950.

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O realismo exemplarista:Uma breve análise da questão 46 do livro sobre oitenta e três questões diversas de Sto. Agostinho

Adriano Soler
Mestrando em Filosofia - PUCSP


O aristotelismo tenta definir a essência de uma coisa e assim, demonstrar quais características que determinada coisa deve ter de acordo com a sua natureza. Assim, surgem os aristotélicos com uma questão por demais complexa, que seria: O que é uma natureza, se ela é uma realidade superior e acima das coisas cuja natureza ela é? Ou ainda, se ela é uma construção mental que existe apenas em nosso entendimento das coisas e se assim for, em qual base ela é construída? Desta forma, se inicia o problema dos universais na filosofia medieval.

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Filosofia com Pipoca

Filosofar pra quê?

Edson Pipoca

blogdopipoca.wordpress.com

 

 As pessoas dizem: “Filosofia é muito chata!” E é mesmo! Daqui imagino 10 coisas legais que poderíamos fazer em lugar de Filosofar. Ficar no facebook postando filosofia de beira de estrada; arrumar uma gata e... bem ... e ter filhos... e pagar pensão, e... ficar filosofando sobre e se eu tivesse usado camisinha? Bem, talvez não sejam 10, mas o troço é de pirar o cabeção mesmo. 

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A viagem suicida pós-moderna

A solidão como saída

Mateus Ramos Cardoso

Especialista em Ética pela Finon

                  Nosso modo de viver moderno é caracterizado pelo desenvolvimento cada vez mais rápido no qual a tecnologia a cada dia supera a si mesma. 

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Paradigmas 41

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A viagem suicida pós-moderna

A solidão como saída

Mateus Ramos Cardoso

Especialista em Ética pela Finon

                  Nosso modo de viver moderno é caracterizado pelo desenvolvimento cada vez mais rápido no qual a tecnologia a cada dia supera a si mesma. 

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A arte como fator de existência 

Uma análise da obra do artista plástico Neusso Ribeiro

Regina Drumond Moraes

Curso de Filosofia da UFES

Este artigo tem como objetivo explicar e analisar a obra do artista plástico autodidata Neusso Ribeiro.

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Poesia, linguagem e habitar em Heidegger

 Siloe Cristina do Nascimento Erculino

Mestranda em Filosofia -  UFES

Heidegger (1889-1976), filósofo alemão, desenvolveu em seus trabalhos “a questão do sentido do ser” , segundo ele, foi esquecido pela metafísica.

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Ciência e pós-modernidade

AS DIFICULDADES DO SABER CIENTÍFICO NAS SOCIEDADES PÓS-MODERNAS: CONCEPÇÕES E CRÍTICAS A JEAN-FRANÇOIS LYOTARD

Artur Mazzucco Fabro

Graduando em Ciências Sociais na UFSC

Jean-François Lyotard nasceu em 1924 e é considerado um dos mais brilhantes filósofos da sua geração. O francês fazia parte do grupo “Socialismo e Barbárie”, junto com Cornelius Castoriadis, e foi um ativista da guerra de independência da Argélia (1954-1962).

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Kant: possibilidades e limites da ciência

O porquê de a crítica da razão pura conduzir, necessariamente, à ciência, com base nas Seções de IV a VI da Introdução da Crítica da Razão Pura de Kant.

José Antonio Zago
Mestre em Filosofia da Educação UNIMEP

O objetivo deste trabalho é apresentar uma dissertação com base na leitura das Seções de IV a VI da Introdução da obra Crítica da Razão Pura, demonstrando o porquê, para Kant, de a crítica da razão pura conduzir, necessariamente, à ciência.

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Entrevista

Com Eduardo Palmeira Bandeira,

Psicólogo Clínico Pós-graduado pela Univ. da California-USA.
Prof. de Teorias e Técnicas Psicoterápicas e Arteterapia;

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Espaço-Poesia

Quinhentos Anos de Quê?


Eram três as caravelas
que chegaram além d`além
mar.

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Expediente

Revista Paradigmas

Filosofia, Realidade & Arte

Ano XIII - n. 41

ISSN 1980 - 4342

março/abril – 2014

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