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Assassinato x Sacrifício[1]

De Kieslowski a Kierkegaard. 

 “A fé é a mais alta paixão de todo homem”

Neste artigo, buscarei fazer uma relação entre o filme Não Matarás, do cineasta polonês Krzysztof Kieslowski e a obra Temor e Tremor, do filósofo dinamarquês Søren Kierkegaard, juntamente com outros argumentos e pensamentos para tentar responder a uma pergunta ética:

 

             O que diferencia o sacrifício de Isaac de um assassinato?

 O filme “Não Matarás” é uma produção muito realista, que se passa na Polônia moderna com seus princípios socialistas. Através do enredo, que percorre o antes e depois de um assassinato e parte para uma discussão acerca da pena de morte, vemos extremamente explícito o desejo de matar, representado através dos sentimentos e ações de Jack, o protagonista: um jovem polonês desempregado, obcecado pela violência, que sai pelas ruas de Varsóvia e resolve matar friamente um motorista de táxi qualquer, proporcionando uma das cenas mais cruas, reais e violentas do cinema mundial. Temos aí então a representação pura de um assassinato.

Um advogado criminalista, recém aceito pelo exame da ordem dos advogados locais, ainda empolgado com o sonho de lutar pela justiça em que ele acredita, tenta conversar com Jack, conhecê-lo e livrá-lo da pena de morte, porém pelo caminho ele esbarra com um Estado totalitário e uma sociedade ainda mais cruel que seu próprio cliente. Jack é então condenado à morte. Executado de forma cruel, “cuidadosa” e minimalista, tendo em vista que percebemos pela cena a maneira como o executor cuida dos mínimos detalhes antes da execução, verificando a corda para a forca, a travessa para que o sangue pingue, enfim, tudo para se certificar de que o feito ocorrerá da maneira como deve. A conclusão de toda a história é de certa forma posta em nossas mãos, ao passo que o filme nos transporta para o nosso sentimento ético diante do mundo, fazendo com que surjam em nós questões que envolvem a ética, como por exemplo: Temos, o tempo todo, consciência do que fazemos? Somos capazes de dominar os nossos atos ou não? O que determina um código de ética? O certo e o errado? O justo e o injusto? Aquele que deve morrer por algo que cometeu e aquele que merece uma chance para viver?

Por um outro lado, agora vamos nos voltar para a reflexão ética que é feita em Temor e Tremor, Lírica e dialética de Johanes de Silentio (Pseudônimo de Kierkegaard em seu estádio ético).

Vemos que no pensamento ético desse autor, a gênese da ética encontra-se na relação dialética entre decisão individual e norma geral. O Estádio Ético representa um avanço, no sentido que é um estado em que o indivíduo se compromete, sendo assim sempre uma subjetividade, pois sou eu quem escolhe, sou eu quem vive ou não de modo ético. Por sua vez, este viver de modo ético significa relacionar-se com uma lei que já encontramos na manifestação dos costumes gerais. Det Ethisk (o estádio ético/ ordem ética) é a vida de acordo com a generalidade, um certo estilo de vida que se caracteriza pela relação com as normas gerais, uma generalidade, então, normativa que mede o valor das condutas.

Em Temor e Tremor o problema é colocado em seu limite, porque não se refere a um homem qualquer, mas sim a Abraão, o pai da fé. Nessa obra, de 1843, Johanes de Silentio tem uma intenção de louvar a fé como uma paixão, exaltá-la como o que há de mais paradoxal, falar da história bíblica de Abraão, “tentar cantar as belezas da fé”, e para isso levanta algumas questões para serem refletidas: há uma suspensão teleológica da ética? Na história de Abraão, existiria algo maior do que a ética? A ética e a racionalidade seriam sacrificadas em nome da fé? Há um dever absoluto para com Deus? Pode-se, do ponto de vista ético, justificar o silêncio de Abraão perante Sara, Eliezer e Isaac?

E Deus pôs Abraão a prova e disse-lhe: toma o teu único filho, aquele que amas, Isaac; vai com ele ao país de Morija e, ali, oferece-o em holocausto sobre uma das montanhas que te indicarei.

Para tentar entender o porquê que é incompreensível a história do sacrifício de Isaac, nos debruçaremos então sobre a questão da fé, problemática que podemos ver ser introduzida no prólogo dessa obra:  “Ninguém hoje se detém na fé – vai mais longe. Passarei sem dúvida, por néscio se me ocorrer perguntar para onde por tal rumo se caminha. Mas, com certeza, darei prova de correção e cultura admitindo que cada um tem fé, pois do contrário seria singular dizer que se vai mais longe.(...) Era então a fé um compromisso aceite para a vida inteira; porque pensava-se, a aptidão para crer não se adquire em poucos dias, ou escassas semanas. (...) Embora se possa formular em conceito toda a substância da fé, não se resulta daí que se alcance a fé, como se a penetrássemos ou ela se houvesse introduzido dentro de nós.”[2]

A fé é, portanto, inerente a todos, porem nem todos a seguem, ou a aceitam como sendo sua, podendo aí aparecer a questão da dúvida.  Apontando uma reflexão acerca disso, também no prólogo de Temor e Tremor, Kierkegaard parafraseia Descartes, dizendo: “Descartes não duvidou em matéria de fé, como ele próprio se não cansa de repetir em vários passos: Não devemos ser tão presumidos que acreditemos que Deus nos tenha querido dar parte de suas resoluções... Teremos sobretudo, como regra infalível, que aquilo que foi revelado por Deus é incomparavelmente mais certo do que todo o resto, para que, no caso de uma centelha de razão nos parecer sugerir idéia contrária, estejamos prontos a submeter o juízo ao que venha da sua parte... (Princípios de Filosofia, Primeira parte, §§ 28 e 76)”[3].

É essa fé que é posta em reflexão para com a ética, diante da “famosa história de Abraão, que, posto à prova por Deus, vencida a tentação sem perder a fé, recebia, contra toda a expectativa, o seu filho pela segunda vez”.[4] Vemos nessa história que a ordem de Deus, dada a Abraão, se configura completamente incompreensível e contrária a toda a ética aos olhos humanos, mas o que fez toda a diferença foi que Abraão creu, creu contra toda evidência que seu filho lhe seria devolvido, creu em algo que não fazia um menor sentido, ou como vemos na obra, no absurdo:

 “(...) Mas Abraão acreditou sem jamais duvidar. Acreditou no absurdo... Não rogou para enternecer o Senhor a seu favor”.[5]

A relação entre fé e razão é conflituosa, tendo em vista que a primeira é completamente paradoxal, e este paradoxo é que fez de Abraão o maior de todos, este acreditar no inacreditável, viver algo aparentemente impossível, causando um choque entre a interioridade do existente e a ignorância objetiva: “...Abraão foi o maior de todos: grande pela energia cuja força é fraqueza, grande pelo saber cujo segredo é loucura, pela esperança cuja forma é demência, pelo amor que é ódio a si próprio”[6].

É impossível entender o porquê do sacrifício de Isaac com o uso da razão, o que podemos é através de uma comparação entre Abraão e o sentimento de outros pais, como é apresentado por Kierkegaard, tentar entender o que ao menos em uma parcialidade se passou com Abraão para que ele conseguisse selar o jumento, tomar consigo dois servos e Isaac, cortar lenha para o holocausto, partir para o local indicado por Deus, ver o local de longe, despedir os servos, pôr as lenhas aos ombros de seu filho, levar consigo o fogo e a faca, responder a Isaac, edificar um altar, amarrar o filho, colocá-lo sobre o altar com lenha, estender a mão e tomar a faca para imolar seu filho. Cito então a comparação que mostra a imparidade existente nesse acontecimento: “Muitos pais, ao perder seu filho, julgaram ficar sem o mais precioso tesouro do mundo e despojados de toda esperança futura; mas nenhum foi o filho da promessa no sentido em que Isaac o foi para Abraão. Muitos pais perderam os filhos; mas perderam-nos pela mão de Deus, pela insondável e imutável vontade do Todo-poderoso, outro é o caso de Abraão. Prova mais dura lhe estava reservada; a sorte de Isaac encontrava-se em sua mão ao empunhar a faca. Tal era a situação do ancião diante de sua única esperança! Mas ele jamais duvidou, não relanceou o olhar angustiado à direita e à esquerda, não importunou o céu com súplicas. Sabia que o Todo-poderoso o punha à prova, sabia que este era o sacrifício mais duro que se lhe podia exigir, mas sabia também que nenhum sacrifício é demasiadamente pesado quando Deus o pede, por isso puxou a faca.”[7]

Mais adiante, analisaremos a questão do silêncio de Abraão, e para Johanes de Silentio não existe silêncio sem labor, e é por isso que todo este acontecimento, ao qual estamos nos dirigindo, deve ser compreendido também pela angústia que se encontra por trás disso tudo, angústia esta que Abraão sente por ter que tomar uma decisão, atitude esta que é de certa forma excludente, tendo em vista que se decide por uma coisa, está ao mesmo tempo rejeitando uma outra. A angústia é uma certeza, causada por uma contradição causadora da dúvida: “Sob o ponto de vista ético, a conduta de Abraão exprime-se dizendo que quis matar Isaac e sob o ponto de vista religioso, que pretendeu sacrificá-lo. Nesta contradição reside a angústia que nos conduz à insônia, e sem a qual, Abraão não é o homem que é.” [8]

Esta história põe em cena uma experiência-limite extrema da relação com Deus, onde Abraão surge como a figura exemplar da fé, que se expressa através de uma contradição contida em seu coração, a da confiança e do temor que se articulam, porém mesmo assim, ele acreditou: “Durante todo o tempo (Abraão) conservou a fé, acreditou que Deus não lhe queria exigir Isaac, estando, no entanto, disposto a sacrificá-lo se tal fosse indispensável. Acreditou no absurdo, porque tal não faz parte do humano cálculo”[9]. No mesmo tempo em que ele viu a faca brilhar, acreditou que Deus não exigiria Isaac, ele creu que seu filho lhe seria devolvido, contra toda a expectativa e todo bom senso. Esta é a atitude de um Cavaleiro da fé, como sendo aquele que se lança radicalmente diante da fé, crendo, sem dúvida alguma de que obterá tudo aquilo que ama, em virtude do absurdo, em virtude de sua fé, tendo em vista que mesmo que possa não ser compreensível aos olhos humanos, para Deus tudo é possível. O homem é aquele que ama a Deus, e o amor a este Deus que tudo pode está diretamente relacionado com a fé, como podemos ver no pensamento de Kierkegaard que diz: “Amar a Deus sem fé é refletir-se sobre si mesmo, mas amar a Deus com fé, é refletir-se no próprio Deus”.[10]

Como devemos olhar a fé para buscar uma compreensão disso tudo? Ou melhor, para compreendermos que não podemos compreender? Devemos olhá-la como sendo um inaudito paradoxo, “paradoxo capaz de fazer de um crime um ato santo e agradável a Deus, paradoxo que devolve a Abraão o seu filho, paradoxo que não pode reduzir-se a nenhum raciocínio, pois a fé começa precisamente onde acaba a razão”[11].  A fé constrói uma nova visão para as coisas, ou seja, ela só pode ser enxergada através dos seus próprios olhos, os olhos da fé e é por isso que não pode ser compreendida, pois onde há fé, falta razão. A fé é justamente aquele paradoxo segundo o qual o Indivíduo se encontra como tal acima do geral, situando-se então numa relação absoluta com o absoluto, permanecendo eternamente como um paradoxo inacessível ao pensamento, ininteligível, fora do alcance da razão.

Para alcançar o absoluto, deve-se transgredir a comodidade, mesmo que seja de caráter moral, porque o amor não é moral, mas sim religioso. Vemos que desta forma Abraão, transpondo o estádio ético pelo seu ato totalmente singular, se opõe ao homem piedoso da ética, que conduz sua vida através dos fins gerais ditados pela razão, e ao contrário, realiza aquilo que Kierkegaard chama de uma suspensão teleológica da ética. “Abraão, por meio de seu ato, ultrapassou todo o estádio ético; tem para além disso, um telos perante o qual se suspende este estádio”[12].

Abraão não trai nem a Deus, nem a si, ele legitima sua transgressão como sendo a verdadeira vontade de seu Deus. Ele não quer obedecer e não quer desobedecer, ele não obedece e não desobedece. Abraão é grande por uma virtude estritamente pessoal, e não uma moral. Ele é um cavaleiro da fé, tem a fé como sendo um grande paradoxo, pois o interior é superior ao exterior. “O paradoxo da fé consiste em que há uma interioridade incomensurável em relação à exterioridade”[13].

Sendo esta atitude de fé um paradoxo que não pode ser compreendido, é aí que reside a justificativa para o silêncio de Abraão, que “guardou, pois, silêncio; não falou a Sara, a Eliezer, nem a Isaac, desprezou as três instâncias éticas porque a ética não tinha, para ele, mais alta expressão do que a vida em família. (...) Abraão cala-se... porque não pode falar; nesta impossibilidade residem a tribulação e a angústia. Porque se não me posso fazer compreender, não falo, mesmo se discurso noite e dia sem interrupção”[14].

O sacrifício de Isaac era ali uma relação pessoal de Abraão com Deus, a quem dedica imenso amor através da fé. Relacionamento esse que se dá por intermédio daquele humano que Abraão tanto amava, seu filho. É por isso que devemos olhar segundo uma outra óptica, considerando que Abraão via tudo isso como sendo uma prova, imposta por aquele, que segundo sua fé, lhe dera tudo aquilo que tinha de mais precioso, inclusive seu filho. “Abraão pode dizer coisas mais formosas a respeito de Isaac de que uma língua é capaz. Mas no seu coração guarda uma coisa que é muito diferente; esse algo mais profundo, que é a vontade de sacrificar o filho porque é uma prova. Não podendo ninguém compreender este último ponto, podem, no entanto, equivocarem-se todos quanto ao primeiro”[15].

Dessa forma, Abraão não é um assassino, pois ele age segundo a sua fé. “A fé é a mais alta paixão de todo homem. Talvez haja muitos homens de cada geração que não a alcancem, mas nenhum vai além dela”[16]. A ´suspensão teleológica da ética` situa Abraão acima do geral, de tal sorte que o dever absoluto faria do geral – da ética – a tentação. Um pai que vai matar o seu filho, de um ponto de vista abstrato é visto como um grande criminoso, mas no caso que é apresentado nessa obra está implicada uma relação de Abraão com Deus. Abraão é um caso de um particular que supera o geral, tendo em vista que para os outros ele comete um crime. Ele é a possibilidade de que existam problemas existenciais éticos que não podem ser diluídos no pensamento geral.

Johanes de Silentio se coloca como poeta do Cristianismo, e diz que não podendo ser um cavaleiro da fé como Abraão, o que lhe resta é ser um homem ético. Dessa forma, podemos identificar os diversos estádios da existência, identificando o estádio religioso como extraordinário, e para aquilo que não seja assim, o ético é o possível.

Em Temor e Tremor, como vimos, o problema da ética é colocado no limite, pois não estamos falando de um homem qualquer, mas sim de Abraão, que enfrentando a lei em função da fé, revela sua significação, a sua grandeza, e por isso é chamado de o pai da fé. Vemos ao contrário, no filme de Kieslowski, que o mandamento divino, “Não Matarás”, a norma social, a lei ética, é infringida também por um homem que está na sociedade, porém que não tem algo grandioso como a fé, que sustente esse seu ato, e por isso é condenado à pena de morte, e morre de maneira tão brutal como a maneira com que matou. É aí que também encontramos a diferença entre um homem que desce do carro, pega sua filha, sobe até o sexto andar de um prédio e a atira lá de cima[17], e um homem que sai de casa, pega seu filho, sobe até o monte e aponta uma faca para ele.

Luiz de Camargo Pires Neto
Graduação em Filosofia e Comunicação das Artes do
Corpo – PUC-SP

BIBLIOGRAFIA

Livros:

BONDER, Nilton. A Alma Imoral. Ed. Rocco, Rio de Janeiro, 1998.

FARAGO, France. Compreender Kierkegaard. Trad. Ephraim F. Alves. Editora Vozes, Petrópolis, 2005.

KIERKEGAARD, Soeren. Temor e Tremor. Trad. Maria José Marinho. São Paulo: Abril Cultural, 2ªedição, l979.

RUDD, Antony. Kierkegaard and the limits of the ethical. Clarendon Press: Oxford, 1993.

Artigo:

GIMENES DE PAULA, Marcio. O Silêncio de Abraão: os desafios para a ética em temor e tremor de Kierkegaard. Aula ministrada na PUC-SP, no curso de ética em abril de 2008.

Filme:

KIESLOWSKI , Krzysztof. Não Matarás. Polônia, 1988.



[1] Título que se refere ao Sacrifício de Isaac por Abraão analisado na obra de Kierkegaard e ao assassinato apresentado no filme de Kieslowski.

[2] In: “Temor e Tremor  (T e T)”, pág 110.

[3] Ibid., pág 109.

[4] Ibid., pág 113.

[5] Ibid., pág 120.

[6] Ibid., pág 118.

[7] Ibid., pág 121.

[8] Ibid., pág 125.

[9] Ibid., pág 128.

[10] Ibid., pág 129.

[11] Ibid., pág 140.

[12] Ibid., pág 144.

[13] Ibid., pág 151.

[14] Ibid., págs 178 e 179.

[15] Ibid., pág 179.

[16] Ibid., pág 185.

[17] Referência a um caso polêmico, ocorrido em São Paulo (Brasil), em 2008, de um pai que atirou a filha da janela de seu apartamento no sexto andar, causando indignação de todos

Paradigmas 36

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