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Os Filósofos pré-socráticos: filósofos da natureza

I – Introdução.

Até 600 a.C, aproximadamente, o homem grego utilizava a mitologia para explicar a natureza e fundamentar a própria organização sociopolítica grega. Os mitos mais antigos de que se têm registros remontam ao período Neolítico, isto é, aproximadamente 10.000 a.C.

Os mitos, vale ressaltar, não são exclusividade da sociedade grega e estão presentes em todas as sociedades, sobretudo em suas épocas de formação. Temos, entre outros, os mitos nórdicos (Ex.: Thor, o deus do trovão) e os mitos egipcios (Ex.: Osires, o deus da Terra).

Homero e Hesíodo, por volta de 700 a.C., escreveram sobre os mitos gregos, tornando-se as principais fontes para estudo desses mitos.

O séc VI a.C foi marcado pelo encaminhamento de uma estabilidade sociopolítica entre os gregos, cujas cidades passaram a ser organizadas em pequenos grupos, denominados polis, administrados pela aristocracia.

O intercâmbio entre as várias cidades foi intenso e assim como as cidades jônias da Ásia Menor, entre as quais podemos citar Mileto e Éfeso, as colônias gregas da Itália meridional, entre elas Eléia, ganharam grande destaque pelas iniciativas culturais e políticas. Também o comércio foi bem desenvolvido por aquelas populações, o que lhes trouxe mais riqueza material. Foi nesse contexto que a Filosofia surgiu, num ambiente livre e distante do centro. Somente depois é que chegou à Grécia, propriamente dita, centralizando-se em Atenas.[1]

A filosofia grega pode ser dividida em três períodos: o primeiro, naturalista, em que o pensamento filosófico busca uma resposta para as questões da natureza, isto é, o período pré-socrático; o segundo, que pode ser dito antropológico metafísico, e abrange, principalmente, as épocas de Sócrates, Platão e Aristóteles; e o terceiro, o período ético, desde o fim da época aristotélica – IV a.C. – até a decadência da sociedade grega, por volta de VI d.C.

Nosso tema, nesse momento, diz respeito ao primeiro período, naturalista, ou também como é mais conhecido, pré-socrático.

Importa sublinhar que o fato de ser denominado pré-socrático não quer dizer, rigorosamente, que todos os filósofos desse período sejam anteriores cronologicamente a Sócrates, pois alguns foram seus contemporâneos.

Para facilitar o entendimento, as várias correntes pré-socráticas podem ser classificadas em:

1 - Escola Jônica (Ásia Menor), cujos principais representantes são Tales de Mileto, Anaximandro de Mileto e Heráclito de Éfeso.

2 - Escola Pitagórica ou Itálica (Magna Grécia), cujos principais representantes são Pitágoras de Samos, Filolau de Cretona e Árquilas de Tarento.

3 - Escola Eleata (Magna Grécia), os principais representantes são Xenófanes de Colofão, Parmênides de Eléia, Zenão de Eléia e Melissos de Samos.

4 - Escola Atomista (Trácia), cujos principais representantes são Leucipo de Abdera e Demócrito de Abdera.

 

Também pode ser adotada uma classificação mais genérica, agrupando-os em eleatas e não-eleatas, considerando-se que os eleatas não admitiam o movimento e concebiam o universo como uma unidade imóvel e eterna, enquanto os não-eleatas defendiam o movimento e a multiplicidade como única realidade.

Vejamos, a seguir, alguns dos principais pensadores desse período.

 

II – Tales de Mileto.

Como apresentamos no início, a filosofia grega nasceu nas colônias mais distantes, e foi exatamente em Mileto, na Jônia, atualmente território da Turquia, por volta de 624 a.C., que nasceu Tales, tido como o primeiro filósofo e precursor da filosofia grega. Além de filósofo, foi matemático e astrônomo; aliás, sua morte provavelmente ocorreu em 546 a.C., vítima de um acidente enquanto observava os astros.

Outro fator importante a ser ressaltado é a tradição oral da Grécia, o que resultou em muito poucos escritos dos filósofos daquela época. E com Tales não foi diferente, pois não se tem notícia de que tenha escrito algo, e conhecemos suas ideias apenas pelos escritos posteriores.

A pergunta filosófica mais elevada, “Qual é a causa última, o princípio supremo de todas as coisas?” foi colocada por Tales sistematicamente na tentativa de encontrar uma resposta racional, livre da explicação mítica.

A reflexão filosófica de Tales foi desenvolvida a partir da observação da natureza. Considerando os elementos mais presentes em todo o mundo observável - o ar, a terra, a água e o fogo, o filósofo concluiu que o princípio supremo de todas as coisas deveria ser a água, vez que esta podia se alterar em várias outras formas, dando origem, por condensação, à terra, por rarefação, ao ar e ao fogo. Embora aparentemente ingênua a resposta, não se pode negar a importância da água para a vida.

Mas a partir desse questionamento de Tales estabeleceu-se a definição do termo physis, que significava, para os filósofos da época, não apenas a natureza existente, mas, verdadeiramente, a realidade fundamental e primeira de toda a natureza.

Outro aspecto a ser destacado é a concepção de água que se deve ter a partir do pensamento de Tales, pois como princípio universal, não é apenas a água na forma como conhecemos, mas efetivamente uma liquidez primeira do universo, e se confunde, mesmo com deus, posto que para ele, todas as coisas estavam plenas de deuses.[2]

 

III – Anaximandro de Mileto.

Anaximandro, como o nome indica, nasceu também em Mileto por volta de 611 a. C. e morreu por volta de 547 a.C., tendo sido, provavelmente, discípulo de Tales. Ao contrário de Tales, deixou escrito um tratado denominado “Sobre a Natureza”, o qual, entretanto, perdeu-se ao longo do tempo, tendo restado apenas um fragmento, cuja tradução já rendeu muitas discussões entre os filósofos posteriores, mas diz aproximadamente o seguinte: “De onde as coisas extraem o seu nascimento aí também é onde se cumpre a sua dissolução segundo a necessidade; com efeito, reciprocamente sofrem o castigo e a culpa da injustiça, segundo a ordem do tempo.”[3]

Para Anaximandro, o princípio de que Tales falava não poderia ser a água, porquanto ela também já é derivada de algo. O princípio, pois, só poderia ser mesmo o infinito, ou como dizia, o a-peiron, o que não tem limites, nem externos, nem internos. Também para ele, esse princípio estava ligado ao divino, com a diferença de não ser nascido e nem ser possível a sua morte.

Esse fragmento de Anaximandro mereceria um estudo detalhado, mas face à natureza desse curso, deixaremos para outra oportunidade, ressaltando apenas que nele se apresentam as idéias dos contrários, da dupla injustiça e do tempo como o juiz de todas as coisas. É, sem dúvida, uma concepção bem mais detalhada do que a de Tales.

 

IV – Anaxímenes de Mileto.

Anaxímenes nasceu por volta de 588 a.C. e morreu aproximadamente em 524 a.C. Foi discípulo de Anaximandro e, embora concordando com o mestre, que o príncípio deve ser infinito, defendeu a tese de que mesmo esse princípio deve ser pensado como algo físico, e, portanto, deve ser o ar, vez que “exatamente como a nossa alma (ou seja), (o princípio que dá a vida), que é ar, se sustenta e se governa, assim também o sopro e o ar abarcam o cosmos inteiro”.[4]

Tal como Tales, Anaxímenes apresentou um pensamento evolucionista ao concluir que todas as coisas do mundo “respiram” e possuem vida e alma. O ar, elemento dessa respiração é o princípio de tudo, das coisas, dos homens e dos deuses. Do ar derivam por composição, num movimento de rarefação ou condensação, todos os corpos. Defendeu, ainda, que esse movimento é cíclico, de maneira que periodicamente todas as coisas se dissolvem no princípio originário.

 

 

V – Xenófanes de Cólofon.

Xenófanes nasceu em 570 a. C. e morreu em 475 a.C., aproximadamente. Foi o primeiro filósofo a colocar-se de frente contra a concepção mítica. Aristóteles, mesmo, o considerou o fundador da escola eleática que será vista na seqüência. Dele, trazemos alguns fragmentos que ilustrarão melhor o entendimento:

 

FRAGMENTO 11

Aos deuses atribuíram Homeros e Hesíodos tudo

o que entre os homens é vergonhoso e digno de

[ censura:

roubar, cometer adultério e enganar uns aos outros.

 

FRAGMENTO 15

Mas se os bois, os cavalos e os leões tivessem mãos

ou se fossem capazes como os homens de pintar

[ obras com as mãos,

os cavalos como os cavalos, os bois como os bois

pintariam o aspecto dos deuses, e fariam o corpo deles

tal qual cada um deles o tem.

 

FRAGMENTO 34

E ninguém portanto conhece ou conhecerá jamais

a verdade sobre os deuses e todas as coisas de que

[ falo; (...)

 

FRAGMENTO 23

Um deus, o maior entre os deuses e os homens,

que em nada se assemelha aos mortais, nem no corpo

[ nem na mente. [5]

 

 

VI – Pitágoras de Samos.

Pitágoras nasceu em 571-0 a.C. e morreu em 532-1 a.C., e é considerado um dos grandes gênios da humanidade. Suas contribuições contam em vários campos de saberes, entre os quais a matemática, a geometria, a astronomia, a filosofia a ascese e a mística.

Em Pitágoras, encontramos o princípio da mônada, mais tarde retomada e modificada por Leibnitz, e que citamos aqui: “o princípio de todas as coisas é a mônada; dela procede a díada indeterminada, que serve de substrato material à mônada, que é a sua causa. Da mônada e da díada indeterminada nascem os números; dos números nascem os pontos e destes, as linhas, das quais procedem as figuras planas. Das figuras planas nascem as figuras sólidas e destas, os corpos sensíveis, cujos elementos são quatro, a saber. O fogo, a água, a terra e o ar. Estes elementos mudam-se e transformam-se uns nos outros, originando-se deles um universo dotado de alma e de razão, de forma esférica, em cujo ponto central está a terra, também ela esférica e habitada.”[6]

Outro aspecto que influenciou fortemente o pensamento filosófico foi sua doutrina das almas, que para ele, são imortais e feitas de uma substância incorruptível.

E, ao contrário dos demais pré-socráticos, que defendiam sempre algum elemento da natureza como princípio universal, Pitágoras defendeu os números como sendo esse princípio, considerando que o número expressa não apenas a natureza, mas também as relações entre as coisas, e, assim, a partir do número chegou à conclusão de que a multiplicidade decorre da unidade.

 

VII – Heráclito de Éfeso.

Heráclito nasceu por volta de 504 a.C., nada constando a respeito de sua morte. É um dos filósofos mais eminentes do período pré-socrático e ao mesmo tempo mais lendário. Não se sabe ao certo se deixou algo escrito ou se apenas divulgou suas idéias por suas poesias. Conta-se que era filho dos governantes da cidade e não era bem visto entre os cidadãos.

Para Heráclito, o princípio agente de todas as coisas é o fogo. Segundo ele, tudo flui, tudo está em movimento e nada dura para sempre, e nessa constante oposição está a unidade. Assim, “não podemos nos banhar no mesmo rio por duas vezes”. O fogo, por conseguinte, é o elemento a partir do qual todas as coisas se formam, visto que é volátil e se transforma conforme o maior ou menor calor, pela condensação ou rarefação.

Mas, além desse princípio agente, Heráclito estabeleceu o princípio regente do universo, o Logos. Para ele, “A guerra é mãe de todas as coisas e de todas as coisas é rainha... Aquilo que é oposição se concilia, das coisas diferentes nasce a mais bela harmonia e tudo se gera por meio de contrastes... Eles não compreendem que aquilo que é diferente concorda consigo mesmo; é a harmonia dos contrários, como a harmonia do arco e da lira”.[7]

Evidentemente, essa teoria foi abraçada largamente por Hegel, filósofo moderno, defensor da dialética.

Estabelecendo que todas as coisas estão em constante devir, Heráclito defende, então, que esse devir segue uma lei natural. E essa lei é o princípio regente , o Logos, que delimita os movimentos de todas as coisas. O homem, por sua vez, agindo em consonância com o logos, estará apto a conhecer a verdade. Daí, segue-se o livre-arbítrio e a responsabilidade do homem pelo seu destino e também o dos demais, pois escreve. “Os que estão acordados devem ajudar os que dormem”.

Eis, alguns dos fragmentos dos textos de Heráclito:

FRAGMENTO 101

A mim mesmo me procurei.

 

FRAGMENTO 123

A natureza das coisas gosta de ficar escondida.

 

FRAGMENTO 51

não compreendem como aquilo que está separado se reúne consigo mesmo; há harmonia na tensão contrária, como no caso do arco e da lira.

 

FRAGMENTO 88

E como uma coisa só, a vida e a morte, a vigília e o sono, a juventude e a velhice; pois essas coisas quando mudam são aquelas, e aquelas, são estas.

 

FRAGMENTO 90

Por fogo se trocam todas as coisas, e fogo por todas as coisas, assim como mercadorias por ouro e ouro por mercadorias.

 

VIII– Parmênides de Eléia.

Parmênides é o maior expoente da escola eleática, isto é, dos filósofos de Eléia. Nasceu por volta de 516 a.C. e morreu por volta de 470 a.C. Adotou muito do pensamento de Xenófanes e suas idéias tiveram grande influência na estrutura sociopolítica da Grécia.

Um de seus fragmentos mais famosos é “O ser e o pensar são a mesma coisa...sem o ser, no qual o pensar se encontra expresso, não há pensamento”.[8] Para ele, a única realidade é o ser, e assim combate agudamente o vir-a-ser defendido por Heráclito. Não é possível pensar o não-ser, porque ao pensá-lo, ele já é ser.

A sua obra principal que chegou até nós é o poema “Sobre a Natureza!” que se divide em duas partes, Da Verdade e Da opinião.

Percebe-se, aqui, a preocupação de Parmênides com o ser. Por isso ele é considerado um dos primeiros grandes metafísicos. Essa preocupação com o ser é retomada por Heidegger, por exemplo, já no período contemporâneo, que atribui suma importância ao pensamento parmenidiano.

Parmênides entende que o único caminho para o homem chegar à verdade é o caminho de pensar o ser. É o caminho, pois, da razão. Nesse sentido está o fragmento abaixo citado:

"Pois bem! E tu acolhe as palavras que ouvires /os únicos caminhos de busca que são [para] pensar:/um, [o] que é e que não é não ser, / é o caminho da persuasão (pois acompanha a Verdade); / outro [o] que não é e que é necessário não ser, / este, advirto-te, é [um] caminho em que nada se pode aprender / porque nem poderás conhecer o que não é (pois [tal] não [é] factível) / nem mencioná-lo."[9]

Parmênides de Eléia negou, assim, a possibilidade de transformação na natureza, afirmando que tudo que existe sempre existiu, pois nada que existe pode ter surgido do nada ou se transformar em nada. As transformações observadas na natureza, para ele, eram apenas ilusão dos sentidos, e confiava apenas na razão.

Para ele, ainda, o Ser é único, absoluto, imutável e imóvel, conforme se depreende do seguinte fragmento:

“Um só caminho resta ao discurso: que o ser é.

E nesse caminho há muitos sinais indicadores.

O ser é ingerado e imperecível:

Com efeito, é um todo, imóvel e sem fim.

Não era antes e nem será,

Porque é tudo junto agora, uno e contínuo.

Com efeito, que origens buscarias dele?

Como e onde teria ele crescido?

Do não-ser não te permito dizer nem pensar:

Com efeito não é possível dizer nem pensar o o que não é.

E que necessidade o teria impelido a nascer

Antes ou depois, se ele derivasse do nata?

Assim, é necessário que seja de todo ou não seja absolutamente.

E a força da crença veraz tampouco concederá

Que do ser nasça algo diferente dele

Por essa razão, Dike não concedeu-lhe,

Alentando-lhe os cepos nem o nascer nem o perecer,

Mas o segura solidamente.

O juízo sobre essas coisas nisto se resume:

É ou não é.

E assim se estabeleceu, por força de necessidade,

Que se deve deixar um dos caminhos,

Porque impensável e inexprimível,

Porque não é o caminho do verdadeiro,

Pois o verdadeiro é o outro.

E como poderia existir o ser no futuro?

E como poderia nascer?

Com efeito, se nasce, não é,

E se é para ser no futuro, nem mesmo é.

Assim o nascer se apaga e desaparece o perecer”.[10]

 

IX – Outros.

Primeiramente, vale a ressalva que os filósofos apresentados a seguir não foram de menor importância, mas dadas as características do presente curso, didaticamente traremos apenas algumas referências principais.

Podemos citar, ainda, Empédocles de Agrigento, que tentou conciliar as teorias de Heráclito e Parmênides, afirmando que havia quatro elementos básicos: a terra, o ar, o fogo e a água. A transformação vista por Heráclito seria a combinação entre esses elementos, e não as suas transformações.

Anaxágoras de Clazômena (500 – 428 a.C.), defendeu que tudo era dividido em partículas invísiveis a olho nu, e que essas partículas estavam presentes em tudo, se mostrando de uma forma ou outra, segundo a predominância de uma outra. Tudo está em tudo.

Demócrito de Abdera (460 – 360 a.C.) concordava que as coisas eram compostas de minúsculas partículas indivisíveis, as quais denominou ÁTOMOS, que eram eternos e de diversas naturezas e podiam se combinar de infinitas formas, dando, assim, origem às mais diversas espécies de coisas.

Zenão de Eléia (464-1 a.C.) foi discípulo de Parmênides e teve atuação política destacada. Sempre lutando contra os tiranos, conforme expõem Giovanni Reale e Dante Antiseri, chegou mesmo a cortar sua própria língua para não confessar denunciar os companheiros de revolta. Na filosofia, foi um árduo defensor da impossibilidade do movimento, consoante a doutrina de Parmênides. Seu método foi o de rejeitar as teorias contrárias a Parmênides pela sua refutação absurda, isto é, mostrando o absurdo das teorias contrárias. Pode-se dizer, assim, que foi um dos precursores da dialética.

Quanto ao movimento, é valiosa sua formulação lógica para negação do movimento ao afirmar que para um objeto se mover de um ponto a outro, deveria percorrer primeiro a metade do percurso, depois, a metade da outra metade, e depois a metade da metade da metade e assim por diante, de forma que sempre restaria uma metade a ser cumprida.

Outro argumento é da flecha que não poderia jamais alcançar o alvo, porque está parada e não em movimento, como mostra a aparência. E explica Zenão, a flecha ocupa um lugar no espaço em cada instante do tempo, e pois, na soma dos instantes, também está parada.

Luiz Meirelles

Mestrando em Filosofia - PUC/SP

X – Bibliografia.

MONDIN, Battista. Curso de Filosofia, vol. 1. São Paulo: Edições Paulinas. 1981.

REALE, Giovanni e ANTISERI, Dante. História da Filosofia, vol. I. São Paulo: Paulus. 1990.

 

______________________________________________

[1] MONDIN, Battista, Curso de Filosofia, vol. 1, pág. 15.

[2] REALE, Giovanni e ANTISERI, Dario. História da Filosofia, vol. I, pág. 31.

[3] REALE e ANTISERI, ob.cit., pág. 32.

[4] ANAXÍMENES, in Reale e Antiseri, ob. Cit. pág. 34.

[5] Fragmentos das poesias de Xenófanes, in http://warj.med.br/fil/fil05c.html.

[6] Fragmento do texto de Pitágoras, in Battista Mondin, ob.cit, pág.22.

[7] Fragmentos de textos de Heráclito, in Reale e Antiseri, ob. Cit. Pág.36/7.

[8] Fragmentos dos textos de Parmênides, in Battista Mondin, Curso de Filosofia, vol. I, pág.31.

[9] Fragmentos da poesia de Parmênides, in http://educom.fct.unl.pt/proj/por-mares/parmenides.htm.

[10] Fragmento da poesia de Parmênides (Sobre a Natureza), in, Reale e Antiseri, ob. Cit. Pag.53.

Paradigmas 33

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Expediente

Revista Paradigmas

Filosofia, Realidade & Arte

ISSN 1980-43442

Edição 33

Janeiro/Fevereiro 2007

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