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Fábulas & Paradigmas

O Canarinho e a Estátua

   Um dia de outono, um canarinho cantava no alto de uma estátua de mármore. A estátua gostava do pequeno pássaro, porém, sendo pétrea, tinha inveja de não poder emitir nenhum som e movimento. Quando sua inveja aumentava, tornava-se fria e escorregadia para os pés da pequena ave, e esta se via obrigada a voar dali. De tal modo os dias se tornavam difíceis ao canarinho - pois a inveja da estátua aumentava -, que ele se mudou para um velho carvalho. Então, um papagaio fez da estátua sua casa e não parava de tagarelar. Muitos outros papagaios vieram e tagarelavam o tempo todo. A estátua tornava-se fria e escorregadia, mas os pés das aves eram fortes e riscavam o mármore. Evidentemente, o canarinho com seu canto mavioso e seus delicados pés agora lhe fazia falta.

 

   As coisas costumam acontecer do seguinte modo: quando se perde algo é que se dá valor a ele. Nesse caso, a moral da história não é bem essa. Na continuação, os papagaios faziam tanto barulho que uma onça os comeu todos para conseguir dormir e a estátua viu-se livre deles, porém só.

 

Moral da história: A inveja projeta destruição no futuro e não percebe o presente.

( R.Gazolla) 

Publicada na seção  “Fábulas e histórias” do site www.hypnos.org.br

 

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Poesia, linguagem e habitar em Heidegger

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Mestranda em Filosofia -  UFES

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que chegaram além d`além
mar.

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Kant: possibilidades e limites da ciência

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