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Fábulas e paradigmas

O Casal de Periquitos

Sabe-se que os periquitos só vivem em bando e pares. Pois uma periquita vivia com seu periquito sem exigir-lhe nada aparentemente, apesar de o marido trabalhar muito para dar-lhe tudo. Diante das sucessivas negativas da despretensiosa parceira em receber presentes - "de nada precisava!" dizia ela -, o periquito tentava trabalhar menos. Porém, quando chegava cedo em casa trazendo alguns presentes à amada, esta repetia:

- Querido, não precisava... não quero nada, apenas que você não trabalhe muito! É verdade que precisamos de um poleiro novo, sim, mas não te incomodes...

O periquito trabalhava para conseguir o poleiro, e quando o trazia para casa, muito contente, a periquita respondia como sempre:

- Amor, para que tanto esforço? Não precisamos de nada! Talvez algumas sementes novas, mas descanse meu docinho... é o que quero!

Lá ia o periquito buscar as sementes novas e recebia as mesmas frases ao voltar para casa. Um dia, entrou em confusão mental e foi internado com o uso de camisa de força. A periquita percebeu que nada mais poderia desejar, e não vivendo só por natureza, morreu dois dias depois."

 

Moral da história: mensagens duplas, duplos erros.

Rachel Gazolla

Visite a seção  “Fábulas e histórias” no site www.hypnos.org.br

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Teste seus conhecimentos

1. Segundo Plotino, podemos afirmar, quanto à alma:

a             Cada homem possui uma única alma, a qual é una e indivisível;

b             O homem possui duas almas, uma originada no Caos e outra no Cosmo;

c              O homem  possui duas almas, uma  causada  pelo   divino  outra  pelo   universo,     as    quais   se   unem definitivamente após a morte do  homem;

d             O homem possui duas almas, uma causada pelo divino  outra pelo universo, as quais se separam após a morte do homem.

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A alegoria e o neoplatonismo

Julio Cesar Moreira

Mestrando em Filosofia pela PUC-SP

 

Este artigo é a segunda parte de um estudo e tem por objetivo realizar um levantamento no estudo do tema da interpretação alegórica nas doutrinas da escola Neoplatônica[1]. Ao estudarmos o Neoplatonismo é claramente apreensível o quão fundamental e intrínseco ao pensamento Neoplatônico é o componente da exegese alegórica, porém este tema não tem a devida atenção no meio acadêmico.

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Totalidade e ética: questões para se pensar a vida e o encontro humano

Sandro Cozza Sayão

Doutor em Filosofia – PUCRS; Mestre em Filosofia – PUCRS

Mestre em Educação Ambiental – FURG; Professor Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco; Professor do Programa de Pós Graduação Mestrado/UFPE; Membro da Comissão de Direitos Humanos Dom Helder Câmara; Membro do Núcleo de Ciência e Cultura de Paz da UFPE

 

Não há dúvida que nosso tempo é singular e porque não dizer frágil. A esperança de um mundo mais digno e ético e a idealização de uma sociedade mais justa baseada no progresso científico, econômico e tecnológico, não mais se sustentam e isso nos leva a um interim,

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 A significação do Baobá na cultura africana e suas transmutações ideológicas pós-contato europeu.

Vanderleia Barbosa da Costa

Graduanda em Gestão de Turismo

 pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo- Campus Cubatão

O Baobá é uma árvore originária das estepes africanas e regiões semiáridas de Madagascar, seu nome científico é Adansonia digitata; pode atingir até 30 metros de altura por 7 metros de circunferência. É resistente, sobrevivendo por longos períodos de estiagem, devido à sua capacidade de armazenar água, cerca de 120 000 litros e atinge até seis mil anos de idade. Pela magnitude e força, o Baobá é para muitas etnias africanas a árvore da vida.

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A Interpretação de Hannah Arendt da proairesis aristotélica

 Adriano Martins Soler

Mestrando em Filosofia - PUCSP

Introdução

O presente artigo trata de uma releitura do texto exposto na primeira parte do Capítulo 2 – A descoberta do homem interior – do Volume 2 – O Querer (A vontade) – da obra A Vida do Espírito de Hannah Arendt. Depois do Pensar, é o Querer que é solicitado, para confiar o segredo antropológico da aberração que, certo destino histórico da modernidade, demonstrou através de uma nova crítica do juízo. Desta vez, Arendt vai em busca de uma genealogia das teorias da vontade - da proairesis antiga até Nietzsche e Heidegger, passando pelo pensamento medieval.

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