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Testes seus conhecimentos                      

01. Duhem e Crombie, filósofos da ciência, contrapõem-se a Thomas Kuhn porquê: a)  Defendem a continuidade no processo científico; b) Defendem a existência de uma ruptura a cada nova descoberta científica; c) Entendem que não há evolução na ciência; d) Entendem que a evolução científica se dá com rupturas e continuidades concomitantemente.

02.  A preocupação do Brasil com a sua biodiversidade: a) envolve apenas a Amazônia;  b) envolve a Amazônia e a flora e fauna marinhas; c) compreende toda a sua extensão territorial; d)  compreende o incentivo à exploração organizada por entidades internacionais.ar organnsrinhassidade

03. Antonio Gramsci entende que o papel dos intelectuais é: a) organizar a elite para a manutenção do poder; b) Elaborar as teorias de sustentação do regime vigente; c)  Organizar a população para obediência ordeira e pacífica; d) informar e organizar as massas para tomar o poder.

04. Considerando o ponto de vista de Alfred Tarski, podemos dizer que: a) linguagem-objeto  é aquela utilizada para explicar o significante; b) linguagem formal  é aquela que não possui limites; c) linguagem universal  é uma linguagem formal; d) a metalinguagem  serve para explicar o significado da linguagem-objeto.

 

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Nicolai Hartmann. A metafísica do conhecimento

Luiz Meirelles

Mestre em Filosofia PUCSP

Bel. em Direito Unisantos

Lic em Filosofia Unisantos

Lic em Letras Unisantos

Nicolai Hartmann nasceu em Riga, na Letônia, em 1882, e morreu em Gottingen, na Alemanha, em 1950.

Seus estudos começaram em Marburgo, onde chegou ao doutoramento e a partir de 1922 foi contratado como docente da universidade de mesmo nome. Em 1925, deixou aquela universidade, sucedido por Heidegger, e foi lecionar em Colonia, onde ficou até 1931, quando se mudou para Berlim, também convidado a lecionar na universidade. Somente em 1945 retirou-se de Berlim para Gottingen, onde permaneceu até sua morte, em 1950.

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Totalidade e ética: questões para se pensar a vida e o encontro humano

Sandro Cozza Sayão

Doutor em Filosofia – PUCRS; Mestre em Filosofia – PUCRS

Mestre em Educação Ambiental – FURG; Professor Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco; Professor do Programa de Pós Graduação Mestrado/UFPE; Membro da Comissão de Direitos Humanos Dom Helder Câmara; Membro do Núcleo de Ciência e Cultura de Paz da UFPE

 

Não há dúvida que nosso tempo é singular e porque não dizer frágil. A esperança de um mundo mais digno e ético e a idealização de uma sociedade mais justa baseada no progresso científico, econômico e tecnológico, não mais se sustentam e isso nos leva a um interim,

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Espaço-Poesia

 

Título: A casa do Poeta

 

 Algum lugar, presente lugar, lugar do paraíso

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Expediente

Revista Paradigmas

Filosofia, Realidade & Arte

Ano XII - n. 39

ISSN 1980 - 4342

Julho/Agosto – 2012

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Ciência e pós-modernidade

AS DIFICULDADES DO SABER CIENTÍFICO NAS SOCIEDADES PÓS-MODERNAS: CONCEPÇÕES E CRÍTICAS A JEAN-FRANÇOIS LYOTARD

Artur Mazzucco Fabro

Graduando em Ciências Sociais na UFSC

Jean-François Lyotard nasceu em 1924 e é considerado um dos mais brilhantes filósofos da sua geração. O francês fazia parte do grupo “Socialismo e Barbárie”, junto com Cornelius Castoriadis, e foi um ativista da guerra de independência da Argélia (1954-1962).

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