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Coluna do Leitor

 

Uma leitura da crítica de Newton Duarte ao Relatório para a UNESCO da comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI e aos PCNs

Na análise do autor, o sistema aponta a educação como esfera responsável pelo desenvolvimento da capacidade produtiva e pela competitividade da economia nacional, responsabilizando-a pelo que ela, sozinha, não é responsável.

Nesse contexto, os pressupostos pedagógicos não representam uma preocupação com o desenvolvimento e a aprendizagem dos educandos, mas exprimem a garantia de sobrevivência do capital e taxas de lucro, por meio de um ideário que oculta a despolitização dos indivíduos.

Também se apresenta no texto uma proposta educacional que hoje se propõe a formar cidadãos críticos, tomando-se por base a realidade social bem demarcada. Menciona as desigualdades sociais produzidas por esta sociedade. No entanto o faz evitando situações que coloquem em dúvida os valores que esta sociedade materializa. Assim, aponta para uma situação de conivência e não de consciência social.

 Nesta sociedade, o indivíduo é preparado para “aprender a aprender”. Dessa maneira, deve estar sempre apto a adaptar-se às constantes mudanças geradas pelo sistema econômico global, que reduz o sucesso do indivíduo apenas à sua própria capacidade.

O “aprender a aprender” é delineado por um construtivismo eclético limitado a equilibrar as diferentes concepções pedagógicas que norteiam a educação no Brasil.

Sob esse ponto de vista, formar um indivíduo crítico de forma que possa analisar para poder transformar a realidade que o cerca é utópico. Afinal, este indivíduo tem a preocupação, primeira, de se manter estável no mundo do trabalho o lhe consome muito a maior parte de seu tempo. Além disso, o homem também não vê a necessidade de transformar, pois a realidade preserva as aparências que são constantemente adaptáveis à nossa sociedade.

Assim sendo, a educação é fragmentada por não permitir a visão do todo. Ao aluno não lhe é permitido fazer a real leitura do mundo em está inserido.

Leonora Pilon Quintas

Pedagogia – Fac. Integração

 

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Conhecimento, verdade, Heidegger e a tradição

Apesar de tudo aquilo que pode ser dito contra o modelo filosófico apresentado por Heidegger em Ser e Tempo – que tem estilo tortuoso, demasiadamente teutônico e etc. – não se pode negar o fato de que tal modelo filosófico acaba trazendo uma rajada de ar fresco aos enigmas

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Entrevista

Márcia Heloísa

Educadora e Filósofa

 

Tema: Filosofia com Crianças!

 1. Márcia, como nasceu esta experiência?

A filosofia com crianças nasce de estudos filosóficos e experiências educativas empreendidos pelo filósofo e educador norte-americano Matthew Lipman.

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Expediente

 

Revista Paradigmas

ISSN 1980-43442

novembro/2008

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Teste seus

Conhecimentos

Encontre no texto A EAD e a volta da Filosofia para o Ensino Médio a crítica a respeito das novas tecnologias e a forma com que estão sendo usadas e assinale a alternativa correta:

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Expediente

Revista Paradigmas

Filosofia, Realidade & Arte

ISSN 1980-43442

Edição 33

Janeiro/Fevereiro 2007

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 A significação do Baobá na cultura africana e suas transmutações ideológicas pós-contato europeu.

Vanderleia Barbosa da Costa

Graduanda em Gestão de Turismo

 pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo- Campus Cubatão

O Baobá é uma árvore originária das estepes africanas e regiões semiáridas de Madagascar, seu nome científico é Adansonia digitata; pode atingir até 30 metros de altura por 7 metros de circunferência. É resistente, sobrevivendo por longos períodos de estiagem, devido à sua capacidade de armazenar água, cerca de 120 000 litros e atinge até seis mil anos de idade. Pela magnitude e força, o Baobá é para muitas etnias africanas a árvore da vida.

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O mistério do mal

Wellington Lima Amorim
Doutor em Ciências humanas - UFSC
Mateus Ramos Cardoso
Pós-Graduado em  Filosofia - Univ. Cândido Mendes- RJ


O Mal sempre nos causa medo e espanto e nos repele de nossa própria realidade, seja ela entendida como o mundo no qual nos encontramos ou mesmo a realidade pessoal. Mas e quando somos nós que o realizamos? Será que somos capazes de descrever o Mal explicitando-o com nossas próprias palavras ou ações? O que tem o Mal a ver com Deus? O que tem o Mal a ver conosco?

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Totalidade e ética: questões para se pensar a vida e o encontro humano

Sandro Cozza Sayão

Doutor em Filosofia – PUCRS; Mestre em Filosofia – PUCRS

Mestre em Educação Ambiental – FURG; Professor Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco; Professor do Programa de Pós Graduação Mestrado/UFPE; Membro da Comissão de Direitos Humanos Dom Helder Câmara; Membro do Núcleo de Ciência e Cultura de Paz da UFPE

 

Não há dúvida que nosso tempo é singular e porque não dizer frágil. A esperança de um mundo mais digno e ético e a idealização de uma sociedade mais justa baseada no progresso científico, econômico e tecnológico, não mais se sustentam e isso nos leva a um interim,

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Filosofia com Pipoca

Pau que nasce torto se endireita

 Edson Pipoca

Por que um pensador de esquerda dá pra trás?! Bem, há a derrocada do comunismo... não, não! Parece-me algo mais palpável, sabe?! Matéria pura! Eu por exemplo tive um amigo que era o tipo de esquerda de carteirinha, quer dizer, sem carteira, já que não tinha dinheiro pra nada. Um duro!

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As raízes histórico-filosóficas da alegoria 

 

Julio Cesar Moreira

Mestrando em Filosofia pela PUC-SP

Este artigo é a primeira parte de um estudo tem por objetivo realizar um levantamento no estudo do tema da interpretação alegórica nas doutrinas da escola Neoplatônica. Ao estudarmos o Neoplatonismo é claramente apreensível o quão fundamental e intrínseco ao pensamento Neoplatônico é o componente da exegese alegórica, porém este tema não se tem a devida atenção no meio acadêmico.

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