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Editorial

 

Gênova: o inverno é deles, a primavera é nossa!

 

Um fato novo ocorre. De repente, os líderes do Comitê Central dos países capitalistas têm suas reuniões questionadas, acorrem às ruas de Gênova jovens de várias partes do mundo, bandeiras negras e vermelhas levantadas, organizações não-governamentais. As minorias estão nas ruas!

Uma multidão contra outra multidão de homens da lei e escudeiros do Estado.

A grande diferença: Os jovens, armados de idéias, filosofias, em busca de um mundo mais justo. Os outros, de armas e bombas de gás. São paus e pedras contra armas de fogo!

É desproporcional o embate, é difícil as flores vencerem os canhões, ou melhor, a arma que dispara e mata um jovem. Muitos outros ficam presos e outros, ainda feridos resistem.

Os líderes do G.8 (esse é o codinome – o nome nem interessa, sabemos a quem eles servem!) têm sorrisos amarelos nas faces, fazem concessões (perdoam a dívida de 23 países): já é alguma coisa...uma pequena vitória...

De Seatle a Gênova, uma epopéia...os jovens resistem mais uma vez, o idealismo e a esperança de mudar!

Conseguiremos? Não sabemos, mas vale à pena tentar, o não-ser é possível, já dizia um velho filósofo na Grécia Antiga... Lutemos pelo SER!

Ainda é frio, o céu está carregado, a neve cai, o inverno ainda é deles, o IMPÉRIO manda!

Mas um outro filósofo, este, alemão, já escrevera “Tudo o que é sólido desmancha no ar”. E assim temos todas as esperanças, passadas as tormentas, os sorrisos voltarão limpando a sisudez das faces, o orvalho que agora se mistura às lágrimas tornará possível um novo mundo mais justo, mais humano!

O jovem de Gênova não morreu! Está vivo nas idéias de transformação de uma realidade opressora!

O inverno é deles (G.8, e outros globalizadores), a primavera será nossa! A primavera dos povos é sempre uma possibilidade que um dia não ficará só nas mentes filósofas, idealistas, libertárias, mas estará presente em toda a sociedade, em cada cidadão, fazendo brotar a flor da VERDADE E DA JUSTIÇA!Pensar um novo paradigma é, mais do que nunca, refletir sobre mudanças. Afinal, lembra Emmanuel Lévinas, “a política é a arte de vencer a guerra por todos os meios” e é preciso romper com essa ontologia da guerra para fazer prevalecer a PAZ!

 

 

 

Agenda

Curso de Filosofia Moderna II

Início: 04 de agosto de 2001.

Horário: das 16 às 18 horas

II Curso de História da Filosofia – Módulo I

Filosofia Antiga – Noções Elementares

Início: 11 de agosto de 2001.

Local: Treinasse – Av. cons. Nébias, 337, Santos/SP

Horário: das 14 às 16 horas.

Informações: (13)3252-3319 (Luiz)

Núcleos de estudos: (p/sócios)

Herbert Marcuse

Coordenação. Prof. José Sobreira Barros Jr.

Bacharel em História e Mestrando em Filosofia - PUC/SP

Emmanuel Lévinas

Tema:Ética e Fenomenologia

Coordenação: Prof. Luiz Meirelles

Bacharel em Direito, Licenciado em Letras e Filosofia – Unisantos

Mestrando em Filosofia PUC/SP

Horários flexíveis

Inf. (13)3252-3319

Expediente

Jornal Paradigmas, uma publicação do CEFS – Centro de Estudos Filosóficos de Santos

O CEFS é uma entidade sem fins lucrativos, que tem como objetivo fundamental levar a Filosofia a toda a sociedade, sem qualquer discriminação, contribuindo, assim, com a formação da consciência crítica do cidadão e propiciando-lhe, por conseguinte, melhor reflexão e atuação diante da realidade de que faz parte.

Presidente

Luiz Meirelles

Vice-Presidente

Ronaldo Ronil da Silva Jr.

Conselho Editorial

Cristiane Guapo / José Sobreira Barros Jr/Luiz Meirelles

Jornalista Responsável

Beth Capelache de Carvalho

Mtb.: 2.383.802

Os artigos assinados não refletem, necessariamente, a opinião do CEFS.

CEFS

Rua Brás Cubas, 03, sl.19 6º andar Centro

Cep 11013-161 Santos/SP

Telefone: (13) 3221-3518

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Impressão

CEGRAF Gráfica e Editora Ltda

Tel. 3234-5170 -3234-5136

 

 
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Totalidade e ética: questões para se pensar a vida e o encontro humano

Sandro Cozza Sayão

Doutor em Filosofia – PUCRS; Mestre em Filosofia – PUCRS

Mestre em Educação Ambiental – FURG; Professor Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco; Professor do Programa de Pós Graduação Mestrado/UFPE; Membro da Comissão de Direitos Humanos Dom Helder Câmara; Membro do Núcleo de Ciência e Cultura de Paz da UFPE

 

Não há dúvida que nosso tempo é singular e porque não dizer frágil. A esperança de um mundo mais digno e ético e a idealização de uma sociedade mais justa baseada no progresso científico, econômico e tecnológico, não mais se sustentam e isso nos leva a um interim,

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Entrevista

José Sobreira de Barros Júnior

 

Colaboração: Luiz Meirelles

 

1.       Como você vê o papel da filosofia na sociedade do século XXI?

 A filosofia tem um papel essencial, principalmente quando os pensadores vão refletir sobre as relações do homem e a sociedade, como é possível o Eu individual quebrar e apresentar novos paradigmas, novas estruturas sociais, penso a filosofia tendo  um papel fundamental

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Teste seus

Conhecimentos

 

  1. Para Vigotsky, a linguagem:
  2. Possui valor absoluto diante da realidade Leia mais...
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    Kant: possibilidades e limites da ciência

    O porquê de a crítica da razão pura conduzir, necessariamente, à ciência, com base nas Seções de IV a VI da Introdução da Crítica da Razão Pura de Kant.

    José Antonio Zago
    Mestre em Filosofia da Educação UNIMEP

    O objetivo deste trabalho é apresentar uma dissertação com base na leitura das Seções de IV a VI da Introdução da obra Crítica da Razão Pura, demonstrando o porquê, para Kant, de a crítica da razão pura conduzir, necessariamente, à ciência.

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    Expediente

     

    Filosofia, Realidade & Arte

    Ano XII - n. 39

    ISSN 1980 - 4342

    Janeiro/fevereiro - 2012

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