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Fórum Social Mundial: construindo outro mundo.

O Fórum Social Mundial foi vitorioso. Sob o lema de "Um outro mundo é possível", quatro mil delegados e 16 mil credenciados de 117 países, 1870 jornalistas (sendo 386 estrangeiros), além de um número desconhecido de participantes eventuais, compareceram a 16 plenárias, cerca de 200 oficinas e 20 testemunhos do Fórum Social no sentido estrito, ao Fórum Parlamentar Mundial, ao Fórum de Autoridades Locais pela Inclusão Social, ao Acampamento Intercontinental da juventude (2,4 mil participantes), ao Acampamento dos Povos Indígenas (700 participantes) e a um sem-número de reuniões paralelas, marchas, manifestações, concertos, atividades culurais e festas que ocorreram em Porto Alegre, entre 25  e 30 de janeiro.

O resultado deste conjunto de atividades, que marcam o caráter multifacetado e plural do Fórum, é um importante reforço da moral e do espírito de luta do movimento mundial contra o neoliberalismo, um salto à frente no combate à globalização capitalista. É uma quebra efetiva com o pensamento único. É o contato com uma gigantesca diversidade de atores sociais e políticos e de debates, que exigirá tempo para ser assimilada pelos participantes. É o reforço na articulação das lutas. É a construção de uma maior identidade política entre aqueles que buscam uma alternativa ao neoliberalismo. Aos membros do Attac da França, aos militantes do MST, aos sindicalistas da Coréia do Sul, aos anarcopunks gaúchos, aos nacionalistas de Quebec, a todos aqueles que combatem a Alca na América Latina, o Fórum mostrou que eles não estão sozinhos em suas preocupações e lutas.

José Corrêa Leite

Colaborador especial.

 

 

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Expediente

Revista Paradigmas

Filosofia, Realidade & Arte

ISSN 1980-43442

Edição 33

Janeiro/Fevereiro 2007

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Paradigmas
Filosofia, Realidade & Arte

Ano IX - Nº 35
ISSN 1980-4342

Março/Abril 2009

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Conhecimento, verdade, Heidegger e a tradição

Apesar de tudo aquilo que pode ser dito contra o modelo filosófico apresentado por Heidegger em Ser e Tempo – que tem estilo tortuoso, demasiadamente teutônico e etc. – não se pode negar o fato de que tal modelo filosófico acaba trazendo uma rajada de ar fresco aos enigmas

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Revista Paradigmas, uma publicação do CEFS – Centro de Estudos Filosóficos de Santos

ISSN 1980-43442

Edição 32

Ano VI - Maio/junho 2006

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Paradigmas
Ano IX - Nº 36
Filosofia, Realidade & Arte
ISSN 1980-4342

Janeiro/Fevereiro 2010

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Revista Paradigmas

Filosofia, Realidade & Arte

Ano XIII - n. 40

ISSN 1980 - 4342

Maio/Junho – 2013

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Ciência e pós-modernidade

AS DIFICULDADES DO SABER CIENTÍFICO NAS SOCIEDADES PÓS-MODERNAS: CONCEPÇÕES E CRÍTICAS A JEAN-FRANÇOIS LYOTARD

Artur Mazzucco Fabro

Graduando em Ciências Sociais na UFSC

Jean-François Lyotard nasceu em 1924 e é considerado um dos mais brilhantes filósofos da sua geração. O francês fazia parte do grupo “Socialismo e Barbárie”, junto com Cornelius Castoriadis, e foi um ativista da guerra de independência da Argélia (1954-1962).

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A Interpretação de Hannah Arendt da proairesis aristotélica

 Adriano Martins Soler

Mestrando em Filosofia - PUCSP

Introdução

O presente artigo trata de uma releitura do texto exposto na primeira parte do Capítulo 2 – A descoberta do homem interior – do Volume 2 – O Querer (A vontade) – da obra A Vida do Espírito de Hannah Arendt. Depois do Pensar, é o Querer que é solicitado, para confiar o segredo antropológico da aberração que, certo destino histórico da modernidade, demonstrou através de uma nova crítica do juízo. Desta vez, Arendt vai em busca de uma genealogia das teorias da vontade - da proairesis antiga até Nietzsche e Heidegger, passando pelo pensamento medieval.

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Filosofia com Pipoca

Filosofar pra quê?

Edson Pipoca

blogdopipoca.wordpress.com

 

 As pessoas dizem: “Filosofia é muito chata!” E é mesmo! Daqui imagino 10 coisas legais que poderíamos fazer em lugar de Filosofar. Ficar no facebook postando filosofia de beira de estrada; arrumar uma gata e... bem ... e ter filhos... e pagar pensão, e... ficar filosofando sobre e se eu tivesse usado camisinha? Bem, talvez não sejam 10, mas o troço é de pirar o cabeção mesmo. 

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Espaço-Poesia

Canto para a minha morte

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